Normas de Auditoria

ISSAI/INTOSAI

Princípios Fundamentais
ISSAI 1 – Declaração de Lima.

Funcionamento das EFSs

  1. ISSAI 10 – Declaração do México sobre Independência.
  2. ISSAI 11 – Pautas Básicas e Boas Práticas da INTOSAI relacionadas com a Independência das EFSs.
  3. ISSAI 12 – O Valor e o Benefício das EFSs marcando a vida dos cidadãos.
  4. ISSAI 20 – Princípios de Transparência e Prestação de Contas.
  5. ISSAI 21 – Princípios de Transparência e Responsabilidade – Princípios e Boas Práticas.
  6. ISSAI 30 – Código de Ética (1998).
  7. ISSAI 30 – Apendíce.
  8. ISSAI 40 – Controle de Qualidade da Auditoria (em projeto para 2010).

Princípios Fundamentais de Auditoria

Novos (versão 2013)

  1. ISSAI 100 – Princípios Fundamentais de Auditoria do Setor Público.
  2. ISSAI 200 – Princípios Fundamentais de Auditoria Financeira.
  3. ISSAI 300 – Princípios Fundamentais de Auditoria de Desempenho.
  4. ISSAI 400 – Princípios Fundamentais de Auditoria de Regularidade.
  5. Tradução feita pelo TCU dos Princípios Fundamentais de Auditoria.

Antigos (versão 2001)

  1. ISSAI 100 – Postulados Básicos da Fiscalização Pública.
  2. ISSAI 200 – Normas Gerais para Fiscalização Pública e Normas sobre Direitos e Comportamento dos Auditores.
  3. ISSAI 300 – Normas de Procedimento na Fiscalização Pública.
  4. ISSAI 400 – Normas para Elaboração de Relatórios na Fiscalização Pública.

Diretrizes de Auditoria Financeira

  1. ISSAI 1000 – Introdução Geral às Diretrizes de Auditoria Financeira da INTOSAI.
    2. ISSAI 1003 – Glossário de Termos das Diretrizes de Auditoria Financeira da INTOSAI.
    3. ISSAI 1200 – Objetivos Gerais do Auditor Independente e Execução da Auditoria com Base nas Normas Internacionais de Auditoria.
    4. ISSAI 1210 – Acordo sobre os Termos do Contrato de Auditoria.
    5. ISSAI 1220 – Controle de Qualidade na Auditorias dos Estados Financeiros.
    6. ISSAI 1230 – Documentação da Auditoria.
    7. ISSAI 1240 – Obrigações do Auditor em relação com a Fraude em uma Auditoria dos Estados Financeiros.
    8. ISSAI 1250 – Considerações sobre a Normativa na Auditoria dos Estados Financeiros.
    9. ISSAI 1260 – Comunicação com os Responsáveis pela Governo.
    10. ISSAI 1265 – Comunicação das Deficiências de Controle Interno aos Responsáveis pelo Governo e à Direção.
    11. ISSAI 1300 – Planejamento de uma Auditoria dos Estados Financeiros.
    12. ISSAI 1315 – Identificação e Avaliação de Riscos de Irregularidades Importante através do Conhecimento da Entidade e de seu Ambiente.
    13. ISSAI 1320 – A Materialidade ao Planejar e Executar uma Auditoria.
    14. ISSAI 1330 – As Respostas do Auditor aos Rsicos Avaliados.
    15. ISSAI 1402 – Considerações da Auditoria Relativas à Entidades que Utilizam Organizaçãoes de Serviços.
    16. ISSAI 1450 – Avaliações de Erros Identificados Durante a Auditoria.
    17. ISSAI 1500 – Evidência de Auditoria.
    18. ISSAI 1501 – Evidências de Auditoria. Considerações Adicionais.
    19. ISSAI 1505 – Confirmações Externas.
    20. ISSAI 1510 – Trabalhos Iniciais de Auditoria. Abertura de Saldos.
    21. ISSAI 1520 – Procedimentos Analíticos.
    22. ISSAI 1530 – Amostra de Auditoria.
    23. ISSAI 1540 – Auditoria de Estimativas Contábeis.
    24. ISSAI 1550 – Partes Vinculadas.
    25. ISSAI 1560 – Fatos Posteriores.
    26. ISSAI 1570 – Empresas em Funcionamento.
    27. ISSAI 1580 – Manifestações Escritas.
    28. ISSAI 1600 – Considerações Específicas – Auditoria dos Estados Financeiros Correspondente a um Grupo (incluindo o trabalho dos auditores dos componentes).
    29. ISSAI 1610 – Utilização dos Trabalhos dos Auditores Internos.
    30. ISSAI 1620 – Utilização dos Trabalhos de um Especialista.
    31. ISSAI 1700 – Formação da Opinião e Elaboração do Relatório sobre os Estados Financeiros.
    32. ISSAI 1705 – Modificações da Opinião no Relatório do Auditor Independente.
    33. ISSAI 1706 – Parágrafo de Ênfase e Parágrafos sobre Outros Assuntos no Relatório do Auditor Independente.
    34. ISSAI 1710 – Informação Comparada – Cifras Correspondentes e Estados Financeiros Comparados.
    35. ISSAI 1720 – A Responsabilidade do Auditor em Relação à Outra Informação em Documentos que contém os Estados Financeiros Auditados.
    36. ISSAI 1800 – Considerações Especiais – Auditoria dos Estados Financeiros com Objetivos Especiais e Elementos, Contas ou Dados Específicos de um Estado Financeiro.
    37. ISSAI 1805 – Considerações Especiais – Auditoria de um Estado Financeiro Individual ou de Contas, Dados os Elementos Concretos de um Estado Financeiro.
    38. ISSAI 1810 – Encargo para Informar sobre os Estados Financeiros Resumidos.
    Diretrizes para Auditoria de Desempenho ou Operacional
    1. ISSAI 3000 – Normas e Diretrizes para Auditoria de Desempenho Baseadas nas Normas de Auditoria e na Experiência Prática da INTOSAI.
    2. ISSAI 3100 – Diretrizes para a Auditoria de Desempenho – Princípios Chaves – Anexo.
    Diretrizes de Auditoria de Conformidade
    1. ISSAI 4000 – Diretrizes para Auditoria de Cumprimento – Introdução Geral.
    2. ISSAI 4100 – Diretrizes para a Auditoria de Cunprimento realizada Separadamente da Auditoria dos Estados Financeiros.
    3. ISSAI 4200 – Diretrizes para Auditoria de Cumprimento Associada à Auditoria dos Estados Financeiros.
    Diretrizes de Auditoria de Instituições Internacionais
  2. ISSAI 5000 – Princípios de Melhores Práticas de Auditoria das Instituições Internacionais.
  3. ISSAI 5000 – Prólogo.
  4. ISSAI 5000 – Anexo.
  5. ISSAI 5010 – Auditoria das Instituições – Guia para as Entidades Fiscalizadoras Superiores.
  6. ISSAI 5010 – Prólogo.
  7. ISSAI 5010 – Anexo.

Diretrizes de Auditoria Ambiental

  1. ISSAI 5110 – Orientação para a Execução de Auditorias de Atividades com uma Perspectiva Ambiental.
  2. ISSAI 5110 – Prólogo.
  3. ISSAI 5110 – Anexo.
  4. ISSAI 5120 – Auditoria Ambiental e Auditoria de Regularidade.
  5. ISSAI 5120 – Prólogo.
  6. ISSAI 5120 – Anexo.
  7. ISSAI 5130 – Desenvolvimento Sustentável: O Papel das Entidades Fiscalizadoras Superiores.
  8. ISSAI 5130 – Prólogo.
  9. ISSAI 5130 – Anexo.

Diretrizes de Auditoria das Privatizações

  1. ISSAI 5210 – Normas para o Melhor Exercício das Auditorias das Privatizações.
  2. ISSAI 5210 – Anexo.
  3. ISSAI 5220 – Diretrizes para a Melhor Prática na Auditoria de Financiamento Público/Privado e Concessões.
  4. ISSAI 5220 – Anexo.
  5. ISSAI 5230 – Diretrizes para Melhores Práticas nas Auditorias de Regulação Econômica.
  6. ISSAI 5230 – Anexo.
  7. ISSAI 5240 – Diretrizes sobre as Melhores Práticas para as Auditorias do Risco nas Parcerias Público Privadas.
  8. ISSAI 5240 – Anexo.
    Diretrizes para Auditoria de TI
    1. ISSAI 5310 – Metodologia de Revisão de Segurança do Sistema de Informação
    Diretrizes para a Auditoria da Dívida Pública
    1. ISSAI 5410 – Diretrizes para Planejamento e Execução de Auditorias dos Controles Internos da Dívida Pública.
    2. ISSAI 5410 – Anexo.
    3. ISSAI 5411 – Indicadores da Dívida.
    4. ISSAI 5411 – Anexo.
    5. ISSAI 5420 – A Administração da Dívida Pública e a Vulnerabilidade Fiscal: tarefas para as EFSs.
    6. ISSAI 5421 – Orientação sobre Definição e Divulgação do Debate Público.
    7. ISSAI 5422 – Um Exercício de Termos de Referência para Realizar uma Auditoria de Desempenho da Dívida Pública.
    8. ISSAI 5430 – Contingências Fiscais: Implicações na Administração da Dívida Pública e o Papel das EFSs.
    9. ISSAI 5440 – Guia para a Realização de Auditoria da Dívida Pública: A Utilização de Provas Substantivas nas Auditorias Financeiras.
    Diretrizes de Auditoria para o Auxílio às Situações de Emergência
    1. ISSAI 5500 – Introdução à Série 5500 da ISSAI e à INTOSAI GOV 9250.
    2. ISSAI 5510 – Fiscalização da Redução do Risco de Desastres.
    3. ISSAI 5510 – Prólogo.
    4. ISSAI 5510 – Anexo.
    5. ISSAI 5520 – Fiscalização da Ajuda em Caso de Desastre.
    6. ISSAI 5520 – Prólogo.
    7. ISSAI 5520 – Anexo.
    8. ISSAI 5530 – Adaptação dos Procedimentos de Auditoria para Considerar o Risco mais Elevado de Fraude e Corrupção nas Fases de Emergência depois de um Desastre.
    9. ISSAI 5530 – Prólogo.
    10. ISSAI 5540 – Uso de Informação Georeferenciada para Fiscalizar a Gestão de Desastres e o Auxílio em Caso de Desastre.
    11. ISSAI 5540 – Prólogo.
    12. ISSAI 5540 – Anexo.
    Guia para Revisão Entre os Pares
    1. ISSAI 5600 – Guia para Revisão Entre os Pares.
    2. ISSAI 5600 – Anexo.
    Diretrizes para Auditoria de Combate à Corrupção
    1. ISSAI 5700 – Diretrizes para Auditoria de Combate à Corrupção em Agências Governamentais  (DRAFT).
    Diretrizes sobre Normas de Controle Interno
  9. INTOSAI GOV 9100.

Guia para Normas de Controle Interno no Setor Público.

  1. INTOSAI GOV 9110.

Diretrizes referentes aos Relatórios sobre a Eficácia dos Controles Internos: Experiências das EFSs na Implantação e Avaliação dos Controles Internos.

  1. INTOSAI GOV 9120.

Internal Control: Providing a Foundation for Accountability in Government.

  1. INTOSAI GOV 9130.

Informação Adicional sobre a Administração de Risco da Entidade.
5. INTOSAI GOV 9140.
Independência da Auditoria Interna no Setor Público.
6. INTOSAI GOV 9150.
Coordenação e Cooperação entre as EFSs e os Auditores Internos no Setor Público.
7. INTOSAI GOV 9150 – Apêndice.

Diretrizes sobre Normas de Contabilidade
1. INTOSAI GOV 9200 – A Importância de um Processo Normativo Independente.
2. INTOSAI GOV 9250 – Quadro Integrado de Responsabilização Financeira.

NOVOS Princípios Fundamentais de Auditoria (Minutas)

  1. ISSAI 100 – Princípios Fundamentais de Auditoria do Setor Público.
  2. ISSAI 200 – Princípios Fundamentais de Auditoria Financeira.
  3. ISSAI 300 – Princípios Fundamentais de Auditoria de Desempenho.
  4. ISSAI 400 – Princípios Fundamentais de Auditoria de Regularidade.

Tribunal de Contas da União – TCU

Normas Gerais

1 Normas de Auditoria do Tribunal de Contas da União, rev. jun/2011.


É nesse contexto que as normas de auditoria do TCU se revelam de fundamental importância. Elas constituem-se balizamento para que os auditores federais de controle externo, como profissionais de avaliação do desempenho e da accountability pública, orientem sua atuação com vistas ao aperfeiçoamento da administração pública e conduzam seus trabalhos consubstanciados em padrões técnicos e de comportamento irrepreensíveis, numa perspectiva de melhorar decisões e minimizar possibilidades de eventos que impactem adversamente os interesses da sociedade.

Ubiratan Aguiar (Presidente do TCU) – Brasília – Dezembro/2010

2 Código de Ética dos Servidores do TCU, nov/2010.

O Tribunal de Contas da União – cujas atividades, em última instância, objetivam o aperfeiçoamento do Estado, por meio do controle externo da administração pública e da defesa da efetiva e regular gestão dos recursos públicos – acredita que o reconhecimento público dos princípios e valores éticos por meio deste Código, que formaliza os compromissos éticos da instituição, contribuirá para o bom cumprimento de seus objetivos institucionais trazendo importantes referenciais para sua realização. Reforça essa convicção o fato de que a conduta dos seus servidores gera reflexos tanto internamente como perante seus jurisdicionados e a sociedade em geral.

Normas Específicas

1 Padrões de Auditoria de Conformidade, fev/2010.
O objetivo deste documento é definir os padrões gerais, de planejamento, execução, elaboração do relatório e controle de qualidade das auditorias de conformidade efetuadas pelo TCU.

2 Manual de Auditoria Operacional, 2010.
Esta é a terceira versão do manual, publicado inicialmente em 1998 e revisto em 2000. Diferencia-se das anteriores, pois aborda todo o ciclo de realização desta modalidade de auditoria. Assim, além da atualização dos capítulos dedicados ao planejamento, execução e elaboração do relatório, incluíram-se orientações gerais sobre a escolha do tema a ser auditado e o monitoramento das deliberações resultantes da apreciação dos relatórios de auditoria. O controle de qualidade também foi objeto de capítulo específico.
O documento reflete a evolução dos métodos e técnicas empregados pelo TCU, por meio da acumulação de experiência na execução de auditorias operacionais. Na elaboração deste manual foram consideradas as melhores experiências inter- nacionais sobre o tema, bem como contribuições de profissionais desta Corte. O manual está alinhado aos padrões de auditoria operacional adotados pela International Organization of Supreme Audit Institutions (Intosai).

3 Padrões de Monitoramento, 2009.
O objetivo deste documento é definir os padrões gerais, de planejamento, de execução, de elaboração do relatório e de controle de qualidade para os monitoramentos realizados mediante o instrumento de fiscalização previsto no Regimento Interno do TCU e formalizados por processo do tipo Relatório de Monitoramento – RMON.

Instituto Ruy Barbosa (IRB)
1 Normas de Auditoria Governamental.
As NAGs, que incluem diretrizes fundamentais para a realização de auditorias contábeis, operacionais e de cumprimento, estão divididas em quatro grupos de normas, a saber:
NAG 1000 – Normas Gerais;
NAG 2000 – Relativas aos Tribunais de Contas;
NAG 3000 – Relativas aos Profissionais de Auditoria Governamental;

NAG 4000 – Relativas aos Trabalhos de Auditoria Governamental.

Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul – CRC/RS
1 Princípios de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade – Volume 1
Princípios de Contabilidade NBCs – NBCs T 10 – NBC T 15 – NBCs T 16.

2 Princípios de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade – Volume 2

NBC TG – Normas Brasileiras de Contabilidade convergentes com as normas internacionais emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB); e as Normas Brasileiras de Contabilidade editadas por necessidades locais, sem equivalentes internacionais.

3 Princípios de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade – Volume 3

Comunicados Técnicos e Interpretações Técnicas.

4 Normas Brasileiras de Contabilidade – Auditoria Independente – Auditoria Interna – Perícia Contábil
5 A Importância dos Preceitos de Governança Corporativa e de Controle Interno
Sobre a evolução e a internacionalização das normas de contabilidade e de auditoria.

TCE/BA – Série Traduções
1 INTOSAI – Diretrizes para as Normas de Controle Interno no Setor Público

2 GAO – Normas de Auditoria Governamental – revisão 2003
INTOSAI – Código de Ética e Normas de Auditoria
INTOSAI – Diretrizes para Aplicação de Normas de Auditoria Operacional
OAG – Auditoria de Eficiência Parte I
OAG – Auditoria de Eficiência Parte II
Accountability, Contabilidade e Auditoria – respondendo a uma década de experiência
CCAF – Auditoria Integrada
OAG – Glossário de Termos de Auditoria
10 INTOSAI – Normas de Auditoria – 1995
11 GAO – Normas de Auditoria Governamental – revisão 1994
12 NAO – Normas de Auditoria
13 NAO – Ajudando a Nação a gastar sabiamente
14 NAO Um modelo para auditorias de otimização de recursos (value for money audits- VFM)

Normas Brasileiras de Contabilidade – NBC TA – CFC
Correlação com as Normas do IFAC
1 Objetivos Gerais do Auditor Independente e a Condução da Auditoria em Conformidade com Normas de Auditoria
a) CFC – NBC TA 200
b) IFAC – ISA 200
2 Concordância com os Termos do Trabalho de Auditoria
a) CFC – NBC TA 210
b) IFAC – ISA 210
3 Controle de Qualidade da Auditoria das Demonstrações Contábeis
a) CFC – NBC TA 220
b) IFAC – ISA 220
4 Documentação da Auditoria
a) CFC – NBC TA 230
b) IFAC – ISA 230
5 Responsabilidade do Auditor em Relação a Fraude, no Contexto da Auditoria de Demonstrações Contábeis
a) CFC – NBC TA 240
b) IFAC – ISA 240
6 Consideração de Leis e Regulamentos na Auditoria de Demonstrações Contábeis
a) CFC – NBC TA 250
b) IFAC – ISA 250
7 Comunicação com os Responsáveis pela Governança
a) CFC – NBC TA 260
b) IFAC – ISA 260
8 Comunicação de Deficiências de Controle Interno
a) CFC – NBC TA 265
b) IFAC – ISA 265
9 Planejamento da Auditoria de Demonstrações Contábeis
a) CFC – NBC TA 300
b) IFAC – ISA 300
10 Identificação e Avaliação dos Riscos de Distorção Relevante por Meio do Entendimento da Entidade e do seu Ambiente
a) CFC – NBC TA 315
b) IFAC – ISA 315
11 Materialidade no Planejamento e na Execução da Auditoria
a) CFC – NBC TA 320
b) IFAC – ISA 320
12 Resposta do Auditor aos Riscos Avaliados
a) CFC – NBC TA 330
b) IFAC – ISA 330
13 Considerações de Auditoria para a Entidade que Utiliza Organização Prestadora de Serviços
a) CFC – NBC TA 402
b) IFAC – ISA 402
14 Avaliação das Distorções Identificadas durante a Auditoria
a) CFC – NBC TA 450
b) IFAC – ISA 450
15 Evidência de Auditoria
a) CFC – NBC TA 500
b) IFAC – ISA 500
16 Evidência de Auditoria – Considerações Específicas para Itens Selecionados
a) CFC – NBC TA 501
b) IFAC – ISA 501
17 Confirmações Externas
a) CFC – NBC TA 505
b) IFAC – ISA 505
18 Trabalhos Iniciais – Saldos Iniciais
a) CFC – NBC TA 510
b) IFAC – ISA 510
19 Procedimentos Analíticos
a) CFC – NBC TA 520
b) IFAC – ISA 520
20 Amostragem em Auditoria
a) CFC – NBC TA 530
b) IFAC – ISA 530
21 Auditoria de Estimativas Contábeis, Inclusive do Valor Justo e Divulgações Relacionadas
a) CFC – NBC TA 540
b) IFAC – ISA 540
22 Partes Relacionadas
a) CFC – NBC TA 550
b) IFAC – ISA 550
23 Eventos Subsequentes
a) CFC – NBC TA 560
b) IFAC – ISA 560
24 Continuidade Operacional
a) CFC – NBC TA 570
b) IFAC – ISA 570
25 Representações Formais
a) CFC – NBC TA 580
b) IFAC – ISA 580
26 Considerações Especiais – Auditorias de Demonstrações Contábeis de Grupos, Incluindo o Trabalho de Auditores dos Componentes
a) CFC – NBC TA 600
b) IFAC – ISA 600
27 Utilização do Trabalho da Auditoria Interna
a) CFC – NBC TA 610
b) IFAC – ISA 610
28 Utilização de Trabalhos de Especialistas
a) CFC – NBC TA 620
b) IFAC – ISA 620
29 Formação da Opinião e Emissão do Relatório do Auditor Independente sobre as Demonstrações Contábeis
a) CFC – NBC TA 700
b) IFAC – ISA 700
30 Modificação na Opinião do Auditor Independente
a) CFC – NBC TA 705
b) IFAC – ISA 705
31 Parágrafos de Ênfase e Parágrafos de Outros Assuntos no Relatório do Auditor Independente
a) CFC – NBC TA 706
b) IFAC – ISA 706
32 Informações Comparativas – Valores Correspondentes e Demonstrações Contábeis Comparativas
a) CFC – NBC TA 710
b) IFAC – ISA 710
33 Responsabilidade do Auditor em Relação a Outras Informações Incluídas em Documentos que Contenham Demonstrações Contábeis Auditadas
a) CFC – NBC TA 720
b) IFAC – ISA 720
34 Considerações Especiais – Auditoria de Demonstrações Contábeis Elaboradas de Acordo com Estruturas Conceituais de Contabilidade para Propósitos Especiais
a) CFC – NBC TA 800
b) IFAC – ISA 800
35 Considerações Especiais – Auditoria de Quadros Isolados das Demonstrações Contábeis e de Elementos, Contas ou Itens Específicos das Demonstrações Contábeis
a) CFC – NBC TA 805
b) IFAC – ISA 805
36 Trabalhos para a Emissão de Relatório sobre Demonstrações Contábeis Condensadas
a) CFC – NBC TA 810
b) IFAC – ISA 810


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